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RESTAURANTES - SETE tendências que vão ditar as regras em 2020

01/03/2020

Mais do que satisfazer a fome e a sede, restaurantes desempenham um importante papel na vida de muitas pessoas. São lugares para encontrar amigos, fechar negócios, celebrar com a família, conversar olho no olho com quem se ama e até mesmo desfrutar sozinho de um momento de prazer gastronômico. Sendo assim, trata-se de um espaço que normalmente privilegia a conexão entre pessoas. Mas há, também, quem dê preferência à praticidade de chamar os amigos em casa e servir o melhor do seu restaurante preferido através do delivery. Seja como for, a experiência do cliente, segundo o consultor André Rodrigues, da Loudtt Consultoria em Inovação, é o que vai marcar 2020. A seguir, ele aponta sete tendências que já mostraram que vieram para ficar.

 

1.     Valorização da sustentabilidade. “Hoje os consumidores refletem muito sobre o que estão comprando, preferindo produtos sustentáveis, que não agridam o planeta e estejam alinhados com um novo estilo de vida. Tanto que os canudinhos de plástico já foram abolidos e o próximo passo é eliminar os mexedores, além das embalagens de isopor. Aderir a práticas sustentáveis não é apenas uma estratégia para aumentar vendas, mas um novo modo de interagir com seu público-alvo”.

2.     Fidelização da mão de obra. “Durante muito tempo, a rotatividade dos funcionários de um restaurante girava em torno dos 100% ao ano, até mais. O empresário do setor remunerava de acordo com o que achava razoável e a substituição de colaboradores não parecia ser um grande problema. Mas isso vem mudando e todas as partes envolvidas só têm a ganhar, inclusive o cliente – que valoriza a constância de um alto padrão de atendimento. As mudanças começam desde um processo de seleção mais exigente, passando por oferecer um ambiente de trabalho estável, com oportunidade de crescimento e remuneração competitiva. Principalmente para chefes e gerentes de cozinha, essa é uma mudança muito valorizada no mercado”.

3.     Orgânicos são estrelas do prato. “Cada vez mais consumidores estão interessados em produtos que agridam menos a saúde, comprometendo sua qualidade de vida no médio e longo prazo. Por isso cresce tanto a oferta de produtos low-carb, sem gordura saturada, sem glúten, sem lactose, sem adição de açúcar e com baixo teor de sódio. Essa tendência já chegou aos restaurantes, que trataram logo de incluir orgânicos no cardápio. O cliente valoriza cada vez mais restaurantes que demonstram preocupação com saúde e bem-estar”.

4.     Ofertas por tempo limitado. “Não dá para negar que esse é um recurso que alavanca vendas. Mas não há nada de errado com isso. Sendo assim, muitas marcas oferecem pratos sazonais ou temáticos, que estarão disponíveis por um curto período. Podem ser receitas típicas ou trazer ingredientes exclusivos. Criatividade é fundamental. Esse tipo de iniciativa também é uma ótima oportunidade para testar novas receitas, avaliando se estão prontas para integrar o cardápio fixo”.

5.     Menus enxutos. “Não é de hoje que houve um downsize nos restaurantes. Eles estão menores, de um jeito aconchegante, que facilita a gestão, reduz custos e lota com mais facilidade – fundamental em termos de marketing. Mas chegou a vez de revisar os cardápios. Com menos opções – as melhores – é possível dar mais atenção a cada prato, melhorando a qualidade da execução. Isso vai ao encontro do que o cliente deseja – já que ninguém se sente confortável em analisar um cardápio por dez minutos e, ao final, deixar o restaurante com a sensação de que deveria ter pedido outra coisa”.

6.     Expansão da cozinha fantasma. “De acordo com a National Restaurant Association, nos Estados Unidos, até o final deste ano cerca de 70% dos clientes de restaurante vão pedir comida por aplicativo, fazendo o serviço de delivery crescer mais ainda. A geração Y, que tem entre 25 e 40 anos, é a que mais impulsiona o negócio e num futuro próximo o pedido será entregue por veículos autônomos e até por drones. Com isso em mente, muitos restaurantes já nascem sem espaço público para receber clientes. Esse tipo de cozinha dedicada ao delivery, também chamado de cozinha fantasma, é tendência mas ainda carece de maturidade e normas próprias”.

7.     Relação entre geração Z e Fast Casual. Fast casual é um negócio que está entre o fast food e a cozinha tradicional, tendo sido muito influenciado pelos jovens com menos de 24 anos, da geração Z. Esse é um público marcado pela autenticidade, que valoriza mesas compartilhadas, alimentos orgânicos e de boa qualidade, com um preço adequado a seu perfil econômico. Essa geração come bastante fora de casa, está sempre em pizzarias, lanchonetes e restaurantes étnicos. Sendo assim, deve ser seguida de perto pelas grandes redes”.

 

Fonte: André Rodrigues, sócio-fundador e consultor da Loudtt Consultoria em Inovação – www.loudtt.com

 

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