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SAÚDE - Hérnia de disco: especialista aponta vantagens do tratamento com PST

25/05/2018

A degeneração dos discos intervertebrais geralmente acontece de forma silenciosa, até que a dor pode se tornar tão intensa que impede o indivíduo de continuar com suas atividades diárias. De acordo com o médico ortopedista Geraldo Silveira, do Espírito Santo, as queixas dos pacientes com hérnia de disco variam muito e costumam piorar com o passar dos anos – se intensificando consideravelmente na terceira idade. Em casos mais graves, essa condição pode desencadear um quadro de artrose – provocando dor e rigidez nas costas, além de irradiar dor para outras partes do corpo. “Esse é um problema muito debilitante, comprometendo a vida profissional e pessoal do paciente, já que ele não tem forças para fazer qualquer coisa sem dor. Quando a hérnia é cervical, a dor pode se espalhar para ombros, braços e mãos. Já quando é lombar, o desconforto pode se estender para quadris, pernas e pés. Por isso é tão importante adotar um tratamento que garanta alívio e bem-estar geral”.

 

Os tratamentos mais clássicos incluem perda de peso, medicamentos injetáveis, exercícios, fisioterapia e cirurgia. “Uma grande novidade que se provou bastante eficaz na última década, com vários casos de sucesso, é a PST – Pulsed Signal Therapy (Terapia de Sinais Pulsáteis). O tratamento não é invasivo, nem implica em qualquer incisão ou administração de substâncias químicas. O aparelho é posicionado sobre a região a ser tratada, enviando pulsos eletromagnéticos de baixa intensidade. O paciente não sente dor nem desconforto durante as sessões – que são nove ao todo, de uma hora cada uma. Durante o tratamento, a PST vai estimular a reconstrução do campo elétrico fisiológico do paciente, estimulando a reativação do processo de regeneração dos tecidos afetados. Ou seja, vai reproduzir os mecanismos biológicos do corpo humano, estimulando o metabolismo celular e os processos naturais de regeneração”, diz Silveira.

O especialista explica que, estatisticamente, a PST é eficaz em 70% dos casos. “Nossos resultados, entretanto, evidenciam que mais de 90% dos pacientes experimentam alívio da dor e reabilitação dos movimentos no curto prazo – bem-estar que se mantém por vários meses. Além da intensidade, também a frequência das crises de dor são atenuadas. Por esse motivo, raramente é necessário fazer um reforço do tratamento. Outro ponto bastante positivo da PST é que pacientes idosos, especialmente aqueles que fazem uso de vários medicamentos para controlar pressão, colesterol, diabetes e tratar várias outras doenças crônicas, não são expostos a mais substâncias, a mais medicamentos. Nesse sentido, o tratamento só vai agregar coisas boas, sem causar qualquer distúrbio – seja ele gástrico ou de outra natureza”.

A prevenção da hérnia de disco, de acordo com o ortopedista, passa pelo controle dos fatores de risco: obesidade, fumo, esforço físico extenuante, lesões, batidas e quedas. “Os impactos são cumulativos. Se hoje você pode se recuperar rapidamente de um tombo, por exemplo, conforme você envelhece os danos começam a aparecer. As mudanças que o tempo impõe incluem a ‘desidratação’ dos discos intervertebrais (perda de fluido) – que se tornam mais finos e diminuem a distância entre as vértebras – e o desgaste da própria estrutura dos discos – que têm consistência gelatinosa. Com o tempo, a capacidade desses discos de absorver impacto de uma vértebra na outra decresce consideravelmente. Se a pessoa, além disso, estiver acima do peso ideal, pior ainda”.

Fonte: Dr. Geraldo Silveira, médico ortopedista, especialista em PST – Pulsed Signal Therapy no Espírito Santo - http://www.clinicastlucia.com.br/site/

 

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